Série: Certa Vez...
Episódios 5.
Espero que gostem.
#moniquenibraescritora
#cronicas
#escritaterapeutica
Sejam bem-vindos!! Espero que gostem da leitura! E, caso seja do seu agrado, podem ficar à vontade para comentar e compartilhar! Sou Mãe Atípica, Escritora Criativa e Arquiteta. Possuo Especialização em Design Instrucional e Escrita Criativa e Editoração (em andamento) 📚 Sou Autora dos livros: A Capivara Bibi - Infantil Inclusivo (TEA); Poesias e Contos Terapêuticos - Auxílio Emocional (todas as idades); Os Gigantes Caçadores de Borboletas - Infanto Juvenil - Auxílio à Autoestima.
Certa Vez...
Até então com 9 Episódios.
Espero que gostem.
#moniquenibraescritora
#cronicas
#escritaterapeutica
Setembro Amarelo – Muito além de falar sobre a vida, é falar
sobre os sentimentos que carregamos dentro de nós.
Nem sempre é fácil colocar para fora aquilo que dói, que sufoca, que pesa.
Muitas vezes, seguimos com o coração silencioso, mas gritando por dentro. O
Setembro Amarelo nos convida a refletir que, para valorizar a vida, precisamos
também acolher os nossos sentimentos, compreendê-los e, muitas vezes, curá-los.
💛
É nesse caminho que nascem as minhas obras:
📖
A Capivara Bibi – Uma história doce e sensível sobre uma capivara autista, que
nos lembra da importância do apoio familiar, da empatia e de enxergar o mundo
com outros olhos.
📖
Poesias e Contos Terapêuticos – Palavras que abraçam, que traduzem dores e
esperanças, que nos convidam a refletir e encontrar caminhos de cura interior.
💡
Porque cuidar de si e dos outros vai muito além de um ato de amor – é um ato de
sobrevivência, de humanidade e de esperança.
Vamos juntos, neste Setembro Amarelo, falar sobre sentimentos, acolhimento e
transformação. 🌻
Links dos livros na BIO!!! 💛💙💛
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#amoreacolhimento
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#empatiasempre
#palavrasquecuram
Olá, queridos leitores!
Hoje é um dia mais do que
especial! Estou aqui com o coração transbordando de felicidade e gratidão para
apresentar a vocês o meu primeiro livro dedicado a todos os públicos:
“Poesias e Contos
Terapêuticos” nasceu do desejo de transformar sentimentos em palavras — e
palavras em cuidado.
Esta obra reúne uma
coletânea sensível de textos que brotam do coração e se transformam em pontes
entre a reflexão e a leveza. Com uma escrita acessível e carregada de emoção, o
livro convida você a uma pausa na rotina para tocar suavemente a alma.
As poesias e os contos aqui
não apenas narram histórias ou expressam sentimentos — eles acolhem, despertam
e curam. Cada texto foi escrito para provocar identificação e oferecer
conforto, como se fossem conversas silenciosas entre quem escreve e quem lê.
Pensamentos cotidianos,
dilemas humanos, dores escondidas e alegrias sutis se entrelaçam nas páginas,
formando uma leitura terapêutica e transformadora.
Destinado a todos os
públicos, Poesias e Contos Terapêuticos é um abraço em forma de palavras — um
convite a sentir e ressignificar.
✨ Um
livro que abraça a alma e toca o coração.
📖
Para ler aos poucos, com calma.
🌱
Para refletir, respirar e se escutar.
Este livro é para você que
já se sentiu incompreendido, cansado, ou que apenas busca um pouco de paz.
Você também pode se
encontrar nestas páginas.
📚
Link UICLAP: https://loja.uiclap.com/titulo/ua103222
📚 Link AMAZON: https://www.amazon.com.br/dp/6501532388/ref=sr_1_2?m=A2S15SF5QO6JFU
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Você sabe o que é e como funciona o gerenciamento de crises?
Sabia que a
principal qualificação para ser um bom gerenciador de crises é saber
compreender e lidar com o ser humano?
Crises são
situações inesperadas que ameaçam a estabilidade de indivíduos ou organizações.
Ou seja, podem ocorrer tanto na vida pessoal quanto no ambiente de trabalho.
Elas se classificam, basicamente, em dois tipos de fatores: internos e
externos.
Fatores
internos são situações
que acontecem no âmbito doméstico, familiar, entre amigos, ou dentro da empresa
— nas relações de trabalho, entre colegas, ou por falhas durante a execução das
atividades profissionais.
Fatores
externos, por outro
lado, são aqueles sobre os quais não temos controle direto, mas que impactam
profundamente nossas vidas. Exemplos são desastres naturais, pandemias, crises
econômicas, questões de saúde pública, violência urbana, entre outros. São
situações que exigem respostas rápidas e eficazes para minimizar os danos — e,
geralmente, não dependem apenas de nós.
Atualmente, com
estilos de vida apressados, desinformação, cultura de ódio e ausência de
empatia, muitas vezes os fatores internos e externos se confundem. Por exemplo:
passar por uma pandemia, vivenciar a violência dentro de casa ou lidar com
corrupção em larga escala são situações que, embora externas em origem, nos
afetam diretamente em nosso cotidiano.
Contudo, existem estratégias eficazes de gerenciamento de crises e, quando colocadas em prática da maneira correta, podem nos ajudar a enfrentar os mais diversos desafios, independentemente de nossa ligação direta ou indireta com os fatores que causam a crise.
ESTRATÉGIAS
DE GERENCIAMENTO DE CRISES
1.
Planejamento antecipado:
Desenvolver planos de ação para possíveis cenários críticos permite respostas
mais ágeis e coordenadas. Por exemplo, orientar os filhos sobre como agir em
determinadas situações pode evitar danos maiores. Da mesma forma, preparar
colaboradores — especialmente os que lidam diretamente com clientes ou
fornecedores — para enfrentarem desafios é essencial.
2. Avaliação
de riscos:
Identificar e monitorar riscos potenciais, internos e externos, ajuda a
antecipar ameaças e mitigar seus impactos. Isso envolve ensinar a observar,
refletir, manter a calma e agir com discernimento, expressando opiniões de
maneira consciente e respeitosa.
3.
Comunicação eficaz:
Manter canais de comunicação claros e transparentes evita rumores, promove
confiança e fortalece vínculos. Em outras palavras: seja verdadeiro e honesto.
Não há outro caminho para estabelecer relações saudáveis, seja em casa ou no
trabalho.
4. Liderança
resiliente:
Líderes devem agir com empatia, tomar decisões assertivas e inspirar confiança,
mesmo em momentos difíceis. Não são perfeitos, mas por exercerem funções
estratégicas, têm o dever de agir com ética, responsabilidade e humanidade.
5. Cultura
organizacional sólida:
Estabelecer valores e práticas que promovam a coesão e a adaptabilidade da
equipe ajuda muito em tempos de crise. Embora o termo “cultura organizacional”
remeta ao ambiente corporativo, os princípios que o sustentam — como respeito e
educação — são aprendidos e fortalecidos no ambiente familiar.
DESIGN
THINKING APLICADO AO GERENCIAMENTO DE CRISES
O Design
Thinking é uma abordagem centrada no ser humano que tem se mostrado
altamente eficaz na resolução de problemas complexos, especialmente em
contextos de vendas e inovação. No entanto, sua aplicação vai muito além do
mundo dos negócios — ela se estende ao cotidiano de qualquer pessoa.
Baseado em
empatia, colaboração e experimentação, o Design Thinking se encaixa
perfeitamente na gestão de crises, já que envolve sentimentos, ações humanas e
processos adaptativos. Veja como ele pode ser aplicado:
Empatia:
Compreender profundamente as necessidades e emoções das pessoas envolvidas.
Observar e entender o outro é um dos primeiros passos.
Definição:
Identificar com clareza os problemas a serem resolvidos, considerando
diferentes perspectivas. Ouvir, dialogar e colaborar são atitudes essenciais
nesse momento.
Ideação:
Criar soluções inovadoras com base em colaboração interdisciplinar. Ideias
diversas e até divergentes enriquecem o processo.
Prototipagem:
Testar, de forma prática e em pequena escala, possíveis caminhos. Essa etapa
exige paciência, abertura ao erro e disposição para ajustar estratégias.
Testes:
Avaliar os resultados, ajustando o que for necessário. Esse processo, apesar de
parecer técnico, faz parte do nosso dia a dia — repensamos horários,
prioridades e escolhas o tempo todo.
A força do Design Thinking está na sua capacidade de unir pessoas, promover empatia e estimular soluções criativas e colaborativas, mesmo nos momentos mais difíceis.
ABORDAGENS
MULTI, INTER E TRANSDISCIPLINARES
Essas três
palavras, apesar de parecerem complexas, têm algo em comum: o poder da
colaboração e da diversidade de saberes. Elas são fundamentais para o
gerenciamento de crises, pois ampliam a compreensão dos problemas e enriquecem
as soluções.
Multidisciplinaridade:
Profissionais de diferentes áreas trabalham juntos, mas cada um dentro de sua
própria especialidade.
Interdisciplinaridade:
Há uma integração entre as disciplinas, promovendo trocas e construções
conjuntas mais coesas e efetivas.
Transdisciplinaridade:
Vai além do conhecimento técnico-acadêmico, incorporando saberes populares,
vivências e experiências diversas. É uma abordagem mais ampla, sensível e
inclusiva.
Essas práticas permitem compreender os desafios de forma mais humana e completa, promovendo soluções mais justas, adaptadas à realidade e sustentáveis — tanto em contextos familiares quanto profissionais.
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
O gerenciamento
de crises, quando orientado por estratégias humanas, empáticas e
colaborativas, torna-se não apenas mais eficaz, mas também mais
significativo. Com o apoio do Design Thinking e da integração entre diferentes
áreas do saber, podemos transformar crises em oportunidades de crescimento,
aprendizado e reinvenção.
Seja no
ambiente de trabalho ou na vida pessoal, enfrentar as adversidades com
planejamento, observação, escuta, paciência e sabedoria é o caminho para uma
vida mais equilibrada, resiliente e humana.
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UX pode e deve ser aplicado no ambiente corporativo, você sabia??
Você já ouviu falar em UX? É uma sigla em inglês que significa "Experiência do Usuário". Trata-se da forma como as pessoas interagem com um produto ou serviço, seja online ou físico.
O Design de Experiência do Usuário (UX) é uma área em expansão que busca proporcionar uma experiência positiva, significativa e funcional para quem utiliza determinado produto ou serviço.
O profissional de UX
acompanha todo o processo de interação: desde o desejo do usuário, passando
pela aquisição, utilização e até o pós-consumo. Essa atuação envolve:
Ou seja, o UX busca compreender o que o usuário sente ao interagir com uma empresa, loja, site, rede social ou espaço físico.
Os pilares do UX são três: Empatia, Colaboração e Experimentação.
Empatia envolve acessibilidade, usabilidade e experiência. Perguntas-chave são: o produto é acessível? Agrega valor? Pode ser usado por qualquer pessoa, independentemente de idade, limitações ou localização?
Colaboração surge a partir das respostas obtidas com a empatia. Serve para validar melhorias com base nas opiniões e vivências dos usuários reais.
Experimentação é o momento dos testes práticos. Pilotos são aplicados com usuários antes do lançamento definitivo. Isso evita falhas e garante que o produto ou serviço realmente atenda às necessidades.
UX no Ambiente Corporativo: uma experiência pensada para quem faz a empresa acontecer
E se os colaboradores fossem vistos como os principais usuários internos da empresa?
A aplicação de UX dentro das corporações ainda é subestimada, mas tem um potencial transformador. UX no ambiente corporativo visa entender como os colaboradores vivenciam o trabalho em todas as suas dimensões: processos, ferramentas, sistemas, comunicação, cultura organizacional e clima interno.
Ao aplicar UX internamente, não só melhoramos a produtividade e a retenção de talentos, mas também fortalecemos a satisfação, o senso de pertencimento e o bem-estar no trabalho.
Essa prática envolve uma atuação multidisciplinar, conectando RH, Tecnologia, Lideranças e, principalmente, os colaboradores.
Exemplo prático de aplicação do UX no ambiente corporativo:
Objetivo: Melhorar a experiência dos colaboradores desde o onboarding até a rotina de trabalho.
1. Pesquisa e Descoberta (Empatia): Ferramentas: entrevistas, questionários, mapa de empatia, jornada do colaborador. Identificação dos "pontos de dor" (ex: excesso de burocracia, falha na comunicação, processos engessados).
2. Definição: Criação de personas representando diferentes perfis de colaboradores. Mapeamento de uma jornada de experiência ideal.
3. Ideiação: Reuniões colaborativas entre setores para levantar soluções viáveis.
4. Prototipagem e Testes: Criação de protótipos de melhorias nos processos e experiências. Aplicação de testes com feedbacks reais.
5. Implementação e
Monitoramento: Aplicar as mudanças e acompanhar a satisfação através de
formulários, pesquisas e conversas frequentes.
Resultado esperado:
Conclusão
Empresas que valorizam de verdade seus colaboradores não se limitam a oferecer bons salários ou benefícios. Elas desenham experiências reais, com escuta ativa, empatia e disposição para evoluir.
Aplicar UX no ambiente corporativo é investir em quem realmente faz a empresa acontecer. Não se trata apenas de estrutura, mas de cultura. Um novo jeito de pensar o trabalho: mais humano, mais consciente, mais eficaz.
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